O meu jantar de S. Valentim | e uma confissão

Este ano pretendo celebrar o dia de S. Valentim de uma forma que talvez não seja a mais tradicional, mas já não consigo continuar a guardar isto só para mim. Eu sei, alguns de vocês já suspeitavam e, como tal, decidi assumir publicamente a minha relação
com o queijo. Talvez esta não seja a relação mais saudável, até porque ele costuma dominar-me e, por mais que tente não consigo afastar-me quando o vejo nas feiras ou no supermercado.

Mas esta relação é, digamos, moderna… espero que os leitores mais tradicionais tentem compreender o meu ponto de vista e não me julguem: não me fico só pelo queijo de leite de vaca; às vezes relaciono-me também com o de ovelha, de cabra e até, vejam só, mistura! E confesso que também não sou muito esquisito, pois vou do mais cremoso amanteigado de Azeitão até ao mais curado dos Açores; sim, não há nada como um bom queijo açoriano!
Mas se pensam que já vos disse tudo desenganem-se! Às vezes a festa é que tal que se juntam também alguns enchidos: uma alheira de Mirandela, chouriço de Vinhais, salpicão e até um bom minhoto, de Ponte de Lima!
E, para colmatar a intensidade desta relação, em momentos mais débeis acabo por me render a um bom vinho, verde do Minho, alentejano, da Bairrada ou até aqueles maduros encorpados do Douro, esses são cabo de mim!
E pronto, tentem não me julgar até porque, se bem se lembram, eu às vezes até publico umas receitinhas saudáveis 😉
Aproveito ainda para vos dizer que está a decorrer a Feira de Queijos, Enchidos e Vinhos nas lojas Continente até dia 27 deste mês! Tentem, por favor, não ser muito promíscuos 😉 Ou sejam-no, mas com moderação! 

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